Eutanásia - Posição Adventista

   "Dois tipos de morte misericordiosa estão ganhando aceitação na sociedade moderna: a eutanásia passiva, que é a negação da manutenção dos sistemas de apoio à vida para doenças terminais, e a eutanásia ativa, que consiste em tirar a vida da pessoa a fim de impedir sofrimentos adicionais.
    A pessoa envolvida, bem como a família, enfrentam várias questões. Quando é que a pessoa morre? Quando é que o cérebro deixa de funcionar? Quando é que o coração deixa de pulsar? É moralmente correto manter uma pessoa mecanicamente viva quando falham todos os sistemas orgânicos? Não é homicídio ajudar alguém a morrer? Deve a família respeitar os desejos daquele cujo testamento em vida manifesta o desejo de não ser mantido por meios mecânicos? 
   Os que se opõem categoricamente à eutanásia creem que ela é uma violação do mandamento "não matarás". Em contrapartida, os que acham a prática correta lembram que a tradução do original hebraico de Êxodo 20:13 é "não assassinarás", e ponderam que praticar eutanásia passiva não é tirar a vida, mas diminuir o trauma da morte.
    Com base na lei do amor, no respeito à vida e aos princípios da justiça, não se pode aceitar essas aberrações dentro da família. Embora reconhecendo que vivemos num mundo pecaminoso, onde proliferam o pecado, a doença e a dor, como cristãos estamos obrigados a perseguir o ideal divino para a vida familiar."  Tratado de Teologia Adventista do Sétimo Dia, pág. 822.

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